a sombra se desfarça, se faz de falsa, e se casa. Se pausa na estrada, como único destino. Eu paro. Eu espero. Eu digo nada… e do silêncio, brota a caminhada. Um… dois… sete… concorrencias de passos por espaços. Eu estou. Estar. Basta? Respiro. E encaro o nada de um silêncio. Se o fim de tudo fosse agora tu teria a coragem de dizer o que estava pensando pra tatuar em tua lapide? Pra gritar do alto do morro, do meio da rua, teria a coragem? A vontade? Teria? E porque o medo de se “esquecer” no próximo final de semana por uma “falsa” propaganda? Se fosse natural, não teria um nome forte por perto nem por igual… seria banal.
faz bem gritar na rua. Coisa que adoro fazer. hehe