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Posts Tagged ‘liberdade’

De teu sorriso tinha só os caminhos aleatórios da fumaça do incenso, movimento sem o tom de tuas cordas vocais reais em sintonia. trabalhei minha imaginação, e tornei de tua mão os 200 gramas da almofada encostada em minhas costas, sem o toque carinhoso de tua preguiça desvendando o meu corpo.

Libertei então meus sonhos, e fiz de tua pele o pesar do cobertor, que me cobria sem a harmonia de teu abraço (que me deixa quente em qualquer inverno). deixei você invadir meus pensamentos e fiz de tua boca o silêncio do meu quarto vazio, ouvinte apenas da minha respiração, na busca da tua por opção, por perto, por decreto. meu corpo se jogava preso nas tranças de cobertas ao meu redor, como pele, companhia que me deixava ainda mais a vontade para te trazer nos planos (ao redor dos panos!) de cuidar com carinho destes pensamentos, criando sentimentos e te inventando por perto, como que se plantasse flores no meu deserto, trazendo em cores de desejo uma nova liberdade de prender meus pensamentos em você.

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Caminhando na liberdade que criei de pensar em você com passos calmos e atentos (tons de inverno, temperatura forte, luzes apagada e a memória fraca) encontro um novo lugar, com tom de bossa nova, ondas mansas como no mar de lua nova e sede de tardes inesquecíveis.

Me dispenso ao meu novo momento me esperando depois de ti, me engano com meu próprio estilo e me sinto um pouco mais tranquilo. Esqueço minha liberdade no universo de teu pensamento, na certeza de mais tarde voltar pra resgatar esta nova energia (uma mania de repetir a mesma paz no teu silêncio) natural. Tenho de você alguns números, um pouco de árvore genealógica, uma cor no horizonte, uma canção (de levantar todo o público!) e o gosto de cinema, e com minha imaginação de te construir pedaço por pedaço, palavra por tempo, pele por noite, fico admirando minha nova invenção, sonoridade fluente, olhar ausente, disfarçando a dança dos desejos, gritando no meu coração. Crio cheiro de Dark Blue Eau, ouço voz de Katie Melua e procuro inspiração no compasso de tua respiração. Afogando em sono, me meço no reflexo que ainda não honrei de teu olhar e guardo uma palavra pra quando você chegar, na certeza de, na hora certa, a esquecer (dentro de você). Acordo por prazer.

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De repente é onda, é vibração pedra de drum´n´bass que vale o calor que brota na mente. Traz lembranças de caminhos por amizades e palavras, o elo que fortifica as mensagens de liberdade irie. A leveza das batidas wah-wah mexem nos membros, guiam movimentos. Soundsystem, paz. de repente é timbre, é nascimento. A música engana a sensação de realidade, etapas místicas da vida, que a guia, que nos leva. Extase em graves criativos das notas no sub. Dubwise my brother, o imenso ao redor mostra o que a imaginação inventa. A fumaça abraça os rumos do alto falante, não existe energia para evitar e nem falta para atrapalhar. Ritmo falante, o volume é elegante. De repente é palco, são portas abertas encarando com o peito limpo a vontade de existir. Mute inexistente, tropa fluente.

O tambor é sintonia natural para a mensagem ficar marcada, o compasso limpo é sempre bem vindo. A mensagem vaga de molécula em molécula purificando o ar, sintonizando o incenso com o vento. Igualdade, o reggae bate por igual, a diferença é o racional, a liberdade no pensamento, a imensidão no momento. De repente é união, é um só coração. A certeza do bem estar em cada balanço do joelho. A vitrola gira na evolução do planeta, o universo dança a regueira.

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a pressa de viver cada segundo como se fosse único deixa uma nuvem nessa correria do dia a dia, de quem quer ver o mundo de férias, passeando em sua liberdade, cultivando a verdadeira amizade…. a pressa tira o tom das cores do lugar, deixa tudo mais vulgar… congela o momento pra todo o esquecimento….

a pressa nos apaga, desencontro, esconde o glamour da grama sob nossos pés, embassa teu sorriso, alimenta o capitalismo…. quero um segundo por segundo, todos os pedaços do mundo, o jornal domingo cedo, a pipoca de logo mais, todas as noites sem medo, fazer a guerra virar paz…. quero tua tranquilidade viva, teu corpo curtindo a calma da cachoeira…. trocar toda a vida de planos e lutas por um instante de brincadeira…. quatro dias, um café na esquina, teu violão desafinado, um ombro do meu lado…. a pressa roubou um pouco de meu passado, sequestro que nunca foi julgado…. mas no sonho que carrego (desde minha primeira palavra) de voltar um pouco no passado… carregaria a mesma pressa do meu lado, como um “eu” enganado… quase aprisionado.

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criatividade para sorrir nos momentos normais, filtrar as maldades banais….
força para vencer os obstáculos necessários e paciência para estar em qualquer lugar, sem muita coisa precisar…. a simplicidade de ser quem sonha, quem vive, quem sente o sangue fluir verdadeiramente, do coração à alma, de molécula em molécula…. amor a liberdade de se prender em um só momento, como quem quer a vida intensa em poucos segundos, estilo carpe diem, estilo próprio….

Fernanda é um nome, é um sobrenome, é uma batalha em manter, por vontade, a felicidade por perto…. Fernanda é assim, simplesmente sem fim…. (e um nome muito bonito, que honra os os sorrisos de quem os carrega!) …. e de quem os deseja

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