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Posts Tagged ‘sorriso’

O jeito que as boas coisas nessa vida chegam ao nosso presente quase sempre me surpreende. Alguns acontecimentos inesperados, simples mas belos, chegam e transformam um breve cotidiano em um imenso dia bom. E normalmente estas belezas da vida acontecem nos dias de menor espectativa, dias de simples vida. E numa quinta-feira de descrontração, ouvindo um bom samba e curtindo uma cerveja (daquelas que abençoam o final do nosso dia de trabalho honesto), como uma exceção, numa lista de regras que não precisamos seguir e nem prestar atenção, um lindo e simpático sorriso cruzou pela linha do meu olhar. Cruzou para deixar uma marca, um semblante diferente, um desejo, um motivo claro e histórico para a existência daquele dia no meio de uma semana normal.

Primeiro foi assim, um sorriso paralisador, e depois uma gentil conversa, de olhar verdadeiro, de quem ainda nem imaginava a marca que o sorriso iria deixar por existir, por belo ser. Depois foi a sintonia, diferente dos atrais passados, que surgia por de trás daquele lindo sorriso. Era alegria, era força, era sinceridade, era um bom motivo pra escolher aqueles lábios como os únicos de beijos recheados de encanto e desejo. Era impossível prever que a lei das exceções, que quase nunca precisaríamos seguir, faria deste beijo um dos motivos dos dias agora caminharem de maneira diferente, de maneira mais suave e devagar, por as vezes não saber esperar, não saber estar no cotidiano sem a presença deste beijo sem leis, que dia a dia parece invadir outras leis de exceções, leis de emoções.

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acordei preso no meu próprio sonho.
preso por vontade, por preguiça,
por perseguição de um silêncio que desapareceu do meu coração.
novas águas já se cheiravam por perto,
na espectativa de novos encantos,
novos momentos,
de controle e de confusão.
não esperava que, no meio desta nova página no calendário,
iria me conhecer por outros olhos.

[foto por: Irene Cartas]

foi confusamente simples.
um “oi, prazer!” que soou como “quanto tempo!”,
de vidas atrás, de uma eternidade, de um segundo,
de nunca mais.
fiquei distraído por mais um tempo naquele sorriso.
era como um livro, uma comédia romântica,
começo, meio e fim… sem espaços para uma
nova versão.
encontro pela sorte,
despedida pelo azar.
Tudo me dizia que estas páginas fechadas,
depois de lidas, iriam ficar por mais um tempo…
Um livro que não se vende,
não se entende,
não se publica.
Criei um passaporte para este novo sonho.
E preso por vontade,
acordo quase todos os dias neste plano.
“Bem vindo ao planeta Terra após o Sono!”

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distracao

me destraí demais.
deixei toda a semana se resumir na preguiça do teu segundo sorriso… te desejei boa tarde por preguiça de tentar te pintar um mês inteiro. fiquei com as tintas na mão, o peso do que não ficou pra trás me mostrava um novo caminho, mesmo sabendo que numa outra chance, faria tudo exatamente igual. paralisia de uma boa companheira.  me destraí demais e não te acompanhei. teu olhar já estava lá na esquina, depois das compras de terça-feira, e minhas cores perdendo tom. do que sobrou no dia, eram poesias em preto e branco.eu me destraí demais.e te fiz por outros dias na tonalidade mais leve que insisti em carregar, mesmo sem ter aonde pintar.teu brilho, teu contraste, tua beleza quase pude imitar.mas teu semblante único em alto relevo de pura sintonia, este eu não pude nem imaginar…
eu me destraí demais…

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De teu sorriso tinha só os caminhos aleatórios da fumaça do incenso, movimento sem o tom de tuas cordas vocais reais em sintonia. trabalhei minha imaginação, e tornei de tua mão os 200 gramas da almofada encostada em minhas costas, sem o toque carinhoso de tua preguiça desvendando o meu corpo.

Libertei então meus sonhos, e fiz de tua pele o pesar do cobertor, que me cobria sem a harmonia de teu abraço (que me deixa quente em qualquer inverno). deixei você invadir meus pensamentos e fiz de tua boca o silêncio do meu quarto vazio, ouvinte apenas da minha respiração, na busca da tua por opção, por perto, por decreto. meu corpo se jogava preso nas tranças de cobertas ao meu redor, como pele, companhia que me deixava ainda mais a vontade para te trazer nos planos (ao redor dos panos!) de cuidar com carinho destes pensamentos, criando sentimentos e te inventando por perto, como que se plantasse flores no meu deserto, trazendo em cores de desejo uma nova liberdade de prender meus pensamentos em você.

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tua metade eu procuro…
por entre noticias e segredos
invadindo a madrugada
olhar distante, por trás de alguns kilometros
nas linhas suaves de teu sorriso
que por aqui imagino…
teu lado “vazio” parece me aconchegar
pra meu corpo, um novo lugar
me encaixo no jeito que você fala
e esboço uma nova personalidade
sinto tua voz nas paredes do meu quarto
me mostrando uma nova realidade
como lembranças do desconhecido
invento um passado diferente
encaixado o doce tom do presente
nas linhas estranhas que ficaram pra trás…
vivo, enxergo, estico o luar
e no canto de um bom sonho te encontro
pra minha preguiça de acordar
deixo este momento mais longo…
mais natural…
aumento a minha memória
com o pouco de ti que conheço
que me inova como um nascimento
como massagem para meus planos de ontem
é o centro de meu pensamento
é o laço no círculo em que me encontro
e ignoro o medo do incerto acontecer
atropelando meus desejos de fantasia
sinto o vento do futuro mais perto
com cheiro tranquilo, um caminho…

trazendo um pouco de harmonia
e o meu futuro, gero como quero
nas linhas do teu caminhar
me prendo em meus pensamentos
procurando te encontrar

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que palito de fósforo preguiçoso, escondendo nesta brasa mal apagada a energia de um fim de semana sem tramas… não me enrolei na gola de uma blusa jeans, fiquei um pouco mais pra trás, satisfeito com meu próprio perfume.

Tem dias que sou simplesmente sozinho, tem dias que sou uma multidão, juntos no mesmo coração. Talvez eu me distraia com qualquer conversa sobre o feriado, uma latinha de cerveja e um leve violão na sala ao lado, prestes a dormir (para mais tarde sonhar)… mas não estou confiando mais nessa minha vontade de ser quem eu mesmo nunca quiz pra mim… esperar sentado por um sorriso puro sem mexer nem sequer os olhos, é querer demais. Talvez nem funcione: quando o sorriso brotar, minha preguiça vai ignorar, e desse jeito, a natureza fica nos ensinando… perceba a expansão do universo, a rotação da terra, o ciclo da primavera e mude tambem… sem falar demais, pra não sentir falta do que nunca foi capaz de fazer. Preciso trocar minhas pilhas, outra vez… e agora, um pouco satisfeito… energia reciclável sem poluir o ambiente, sem fazer muito mal, estilo natural… talvez as minhas pernas escolham o caminho, do lado de fora do quarto, pra sentir isto tudo por perto, bem ao meu redor… talvez só os pensamentos que virão, sentado na cama, ainda de pijama, vão me responder, façam a pena viver… mas enquanto isso, quero o mundo inteiro com os meus olhos ver, de pedaço em pedaço, quase por inteiro, ser.

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criatividade para sorrir nos momentos normais, filtrar as maldades banais….
força para vencer os obstáculos necessários e paciência para estar em qualquer lugar, sem muita coisa precisar…. a simplicidade de ser quem sonha, quem vive, quem sente o sangue fluir verdadeiramente, do coração à alma, de molécula em molécula…. amor a liberdade de se prender em um só momento, como quem quer a vida intensa em poucos segundos, estilo carpe diem, estilo próprio….

Fernanda é um nome, é um sobrenome, é uma batalha em manter, por vontade, a felicidade por perto…. Fernanda é assim, simplesmente sem fim…. (e um nome muito bonito, que honra os os sorrisos de quem os carrega!) …. e de quem os deseja

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